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Introdução às Abordagens Somáticas

A expressão "Educação Somática" surgiu na segunda metade do século XX para designar intervenções que mobilizam a pessoa como um todo através do "corpo".  O termo "somática" traduz  a compreensão da unidade psico-corporal de uma pessoa. Os métodos de Educação Somática promovem resultados "psico-corporais" tendo como foco a pessoa em sua capacidade de agir.

Estas abordagens  oferecem instrumentos que podem propiciar a experiência individual de ampliação da consciência da unidade mente-corpo, afastando as dificuldades provenientes da “alienação corporal”, muito comum em nossa cultura, onde o corpo é tratado como objeto de consumo.  

As pessoas são atraídas tanto por uma busca da melhora física (alívio de dores musculo-esqueléticas, reabilitação motora, reorganização postural, etc) como pelos aspectos psicológicos (redução de estresse, maior concentração, sensibilização para os rítmos e tendências pessoais, capacidade de agir mais intencionalmente com menor sujeição a hábitos automáticos,  etc). Outras procuram estes métodos para desenvolverem maior qualidade e desempenho em movimentos (bailarinos, atores, músicos, esportistas).

Há muito em comum nos diversos métodos de educação somática, mas as diferentes correntes utilizam técnicas   muito variadas, incluindo  manipulações,  movimentos específicos, imaginação, modulações de atenção, explorações mais livres de movimentos mas com atitudes específicas,  explorações de materiais (bambu, bolas, etc). Um eixo comum em toda esta diversidade é o ancoramento da experiência na propriocepção e na auto-regulação.  Entre os pioneiros neste campo estão Ida Rolf (1896-1979) criadora do Rolfing; Moshe Feldenkrais (1904-1984) e o Método Feldenkrais; e Gerda Alexander (1908-1994) que desenvolveu a Eutonia.

 

 

 

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